
![]() POEMA SURREALISTA CADÁVER DELICADO (Cadavre exquis, cadáver esquisito) Espaço: Poesia e Prosa – whatsapp
ESTRELA-GUIA
A deselegância na mídia fere tentando ser neutra. Flores de jornal, lanternas de seda. Espaço-teia em elipse corrói, fake news ululantes. Na luta bruta, justiça é estrela-guia, consome beijo e sangue: o oculto se revela. Missunga quer a lua presa dentro da caixa de um magistral Dalcídio. Driades passeiam em bosques, cruzam a cegueira em noites sem lua. Florestas, ambiente devastado. Tudo é silêncio e cal e pedra. Ausências têm significado... Um olho distante vigia. Sonâmbulos distraem a noite. Guíta risca os fósforos. Voz ancestral ecoa: vamos beber do fogo de oro-iná o trovão a tempestade de oyá a justiça a sabedoria o raio de xangô *** Poema coletivo surrealista, cadáver delicado (cadavre exquis, cadáver esquisito) Participantes, ordem aleatória: Isadora Salazar, José Couto, Márcia Tigani, Nara Fontes, Silvia Pereira, Dirce Carneiro. Coordenação: Dirce Carneiro Local: Poesia e Prosa (whatssap). DIANA GONÇALVES, Isadora Salazar, José Couto, Márcia Tigani, Nara Fontes, Silvia Pereira e Dirce Carneiro.
Enviado por DIANA GONÇALVES em 13/05/2026
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