Dirce Carneiro por Diana Gonçalves
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SEM SINAL, SEM SINAL

Olá, meu amor, você sumiu
e agora só resta a imagem:
Seus olhos brilhando como faróis azuis
Que iluminam a noite no mar escuro,
Onde as ondas balançam, a embalar o barco
que dança ao som da sua música, ao som da sua voz
- única luz no meio da tempestade
e da fúria de um mar bravio

Olá, meu amor,  por onde anda você,
onde passeiam suas mãos,
cujo frêmito eu previ a dedilhar notas
de um desejo sem fim,
no teclado do meu corpo febril

Olá, meu amor, você não dá sinal...
Meus olhos não mais capturam você...
Sua imagem some, sua imagem se perde...
No tempo e espaço de modo fugidio...

Olá, meu amor, onde andará seu coração,
que um dia vislumbrei batendo junto ao meu,
corpos colados sob a loucura selvagem
de animais no cio.

Olá, meu amor...
Olá, meu amor...
Olá...Oh! Lá...lá...lá...

29/01/2014
DIANA GONÇALVES
Enviado por DIANA GONÇALVES em 30/01/2014
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